Os primeiros passos para se apaixonar pelos exercícios físicos!


O desafio Te Mexe, Gigante! colocou o repórter numa encruzilhada: mantinha a minha vidinha de sedentário faminto e seus excessos ou tomava vergonha na cara. Há pouco mais de um mês, foi apresentado a um educador físico em Porto Alegre. Chegou à uma academia, na Cristóvão Colombo, desconfiado e disse que qualquer coisa, fugiria para a Igreja São Pedro, que fica do outro lado da rua.


Quando o cara se apresentou, pensou:"Tá aí o carrasco que vai querer tirar o meu couro". Aquele ambiente com música agitada, gente de todas as idades malhando, cheio de esteiras, bicicletas ergométricas, aparelhos de musculação e pesos passaria a fazer parte de sua rotina. Com base nas informações passadas pela equipe médica do Hospital Moinhos de Vento, o professor já havia feito um minucioso plano de treinamento.


A pauleira começa na esteira. Ritmo aumentando até os 6km/h e uma inclinação de 2%. Rapidinho, o medidor cardíaco do relógio chega a 171 bpm. Número sugestivo, não? Mas é o limite dele para o exercício fazer efeito e não trazer nenhum risco. No começo, as pobres panturrilhas sofrem as agruras de um sedentarismo histórico. 


Depois de cinco minutos intermináveis, respiração ofegante, é hora de partir para outros exercícios. Tudo planejado pelo carrasco, pensou, de má vontade. Trabalha perna e braço. Volta pra esteira. Levanta peso e puxa elástico. Volta pra esteira. Sobe na caixa, desce da caixa. Volta pra esteira. E assim segue o roteiro de torturas com o professor falando o tempo inteiro e batendo palmas: segura o abdômen, só mais 10, olha a postura, aguenta, tá no final, alinha os ombros, força, como está o batimento?, e por aí vai... No total, mais de uma hora de movimentação e muito suor.


Fim do massacre: é hora de alongar para distensionar tudo. A dor aparece. Mas como diz o personal, é a dor do bem. É a pura verdade! Depois do alongamento, o cara sai novinho em folha. Após as primeiras semanas de trabalho, confesso: o professor não é carrasco coisa nenhuma. 


Confia completamente nas suas orientações e entende a exigência dele por resultados. Sem a cobrança, ele teria desistido no primeiro momento. Com paciência e competência, o professor o está ajudando a exorcizar a vagabundagem que habitava em seu corpo. Estam construindo o alicerce para uma vida saudável. 


E sublinhem aí: no dia que não tem academia, ele sente falta. Obrigado!


Fonte:http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2016/05/como-luciano-perico-passou-de-sedentario-a-um-aluno-dedicado-a-academia-5806495.html


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